terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Papel higiênico!





Aqui estamos e não posso conter os avanços desde então, 
dirija e me leve para casa , aqui estamos e continua o mesmo babaca, 
pare o carro agora , apenas essa noite eu ficarei bem longe de seu caminho.
No seu olhar perdido em mentiras , e eu imaginei que tinha jeito , então percebi que estava cego. 
Depois senti que sempre foi mentira , me deixe em casa esta noite. 
Aqui estou nessa escrivaninha velha , folheando páginas de um livro velho,pensando no que senti , o relógio me culpa pelo tempo que perdi , sentindo que já sabia de tudo apenas não aceitava. 
Essa noite eu ficarei , vendo a culpa no meus olhos , pois a maior mentira foi a minha , acreditando que você mudaria .
Você viu o que fez em algum momento ? 
Você sentiu algo com tanta maldade?
Riu da cara dos que gostavam de você ?
A mentira que você vive não é pior do que você !
Através do rio , eu escrevi cartas para mim mesmo, sentindo meu único amigo , a cidade que vivo sem anjos,mudando qualquer coisa em minha volta , eu procuro um mundo que olhe sempre os dois lados , menos o que vivi, não é a ponte que me atrapalha , é difícil acreditar que nunca teve ninguém lá , falsas vivências com o porco que você foi , eu não quero sentar naquela cadeira , sendo velho e revoltado , apreciar o café amargo e ter certeza de que as coisas são assim . 
Você viu o que fez em algum momento ? 
Você sentiu algo com tanta maldade?
Riu da cara dos que gostavam de você ?
A mentira que você vive não é pior do que você !


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