Escondido em um subterrâneo
não a nada que eu possa dizer, nem queria mesmo
acordando do nada no meio do escuro
vendo histórias que deveriam ser estranhas
a voz do glamour e o bocejo faz tudo ficar estranho
ser o maior do nada em meus devaneios;
não á verdades inditas
mesmo assim o cheiro da noite e a luz apagada
fazem eu ter medo das atitudes dos inquietos
decisões que tem um preço são as mais difíceis
sou meu grande fã e não me envergonho disso
ter vontade de trazer tudo a tona
mesmo com medo do escuro
ser o maior nunca significou ser o melhor
foram os grandes que quiseram oprimir os verdadeiros
que deram esse conceito não infantil mas opressor
por nada em nada;
sentado numa mesa escrevo de dia o que é ser diferente
alguém que a noite muda
e a tarde completa;
nessas memórias que meu curioso eu traz.














