sábado, 30 de junho de 2012

meu grande fã


Escondido em um subterrâneo  
não a nada que eu possa dizer, nem queria mesmo
acordando do nada no meio do escuro 
vendo histórias que deveriam ser estranhas 
a voz do glamour e o bocejo faz tudo ficar estranho 
ser o maior do nada em meus devaneios;
não á verdades inditas 
mesmo assim o cheiro da noite e a luz apagada 
fazem eu ter medo das atitudes dos inquietos 
decisões que tem um preço são as mais difíceis
sou meu grande fã e não me envergonho disso 
ter vontade de trazer tudo a tona 
mesmo com medo do escuro 
ser o maior nunca significou ser o melhor 
foram os grandes que quiseram oprimir os verdadeiros 
que deram esse conceito não infantil mas opressor  
por nada em nada;
 sentado numa mesa escrevo de dia o que é ser diferente 
alguém que a noite muda 
e a tarde completa; 
nessas memórias que meu curioso eu traz. 

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