terça-feira, 7 de janeiro de 2014

As renovações de uma era descontente


Todos os assuntos tratados independente dos seus contextos
tem um fim , e a troca equivalente das ações tem que ser debitada
é fazer ou morrer , não exitem outras alternativas então encaremos
o que for necessário, para não ficarmos escondidos sempre
podemos brigar por qualquer coisa não percebe isso ?
Brincando de pequenos deuses na terra, no meio do caos
rebatizando antigas tradições como um novo tipo de conceito
reestruturando paredes e deixando a pieguice de lado
eu não acreditava em mentiras até perceber que estava mentindo
engraçado como a vida é , deixando tudo de lado e reformulando fatos
poderíamos viver em um mundo encantado , com magia e luz no ar
mas tudo se tornou tão embaraçoso, são tantas regras, que me perco
no meio de decisões que se baseiam desde os direitos humanos,
e chegam até a situações que tiram o prato de comida de um doente.
Como em nossa grandeza , estamos tão mesquinhos.
A compaixão, amor e afeto foram apenas palavras abandonadas;
em páginas de papel, esquecidas na memória apenas como significados
de um dicionário com nossa língua que não é adotada em nosso cotidiano.
Essas frases não podem ser apenas mais uma escrita esquecida em algum futuro;
me imagino como nunca reclamamos pelos outros, e apenas nos momentos de indignação;
tantas nações e culturas adversas, e nenhum amor, espalhado , os menores caem no fogo
os maiores tomam suas bebidas caras e se divertem do desprezado, e você quem é ?
Afirmativas são sempre opostas por algo, quando esse algo vai ser a afirmação do fim
do não orgulho e descontentamento ? São tantas perguntas para um pequeno texto
que por fim me indago. O que eu fiz para mudar ?

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