Como não se emocionar quando sentimos tantas coisas na vida;
não posso guardar todos os meus segredos em caixas;
eles são valiosos demais para serem arquivados na matéria;
isso me guiou em situações que eu talvez;
tenha sido tolo ou cego
e nada foi por acaso quando eu precisei fazer algo.
Sempre estamos devastados quando não encontramos o que queremos;
qual é a razão essencial das coisas quando nada parece ter solução?
Nunca consegui crer em regras que dizem o que devo cumprir;
uma pessoa sempre tem o direito de pensar e o dever de duvidar;
Existem as opções para o que é o certo no meio de erros;
elas tentam me enganar, pois foram escritas por pessoas que não aceitaram os poréns;
Nunca foram atrás das dúvidas e ficaram trancafiadas apenas aceitando o que era dito a elas;
quase sempre divergindo no viver e nunca imaginando o que encontra-se atrás do espelho;
Foram canções que me ensinaram;
poesias que me afetaram;
danças que me guiaram;
e vidas que conheci;
que me deixaram aprender o sentido de negar o adeus;
Eu acredito no fim das coisas;
no ciclo que se acaba;
no imutável e inesperado;
porém não acredito que as coisas tem que ser assim e pronto;
Escuto o sentido da música;
crio minha própria poesia;
sigo o ritmo da balada de um aprendiz;
e abraço a vida que tenho.
As incertezas sempre viram;
porém nunca me deixarei levar;
por artistas infelizes da vida real;
e deixarei o meu querer dar o fim da minha peça;
assim como entenderei um dia que o adeus significa.

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