domingo, 1 de março de 2015

Os artistas infelizes da vida real


Como não se emocionar quando sentimos tantas coisas na vida;
não posso guardar todos os meus segredos em caixas; 
eles são valiosos demais para serem arquivados na matéria;
isso me guiou em situações que eu talvez;
tenha sido tolo ou cego
e nada foi por acaso quando eu precisei fazer algo. 

Sempre estamos devastados quando não encontramos o que queremos; 
qual é a razão essencial das coisas quando nada parece ter solução?
Nunca consegui crer em regras que dizem o que devo cumprir; 
uma pessoa sempre tem o direito de pensar e o dever de duvidar; 

Existem as opções para o que é o certo no meio de erros; 
elas tentam me enganar, pois foram escritas por pessoas que não aceitaram os poréns; 
Nunca foram atrás das dúvidas e ficaram trancafiadas apenas aceitando o que era dito a elas; 
quase sempre divergindo no viver e nunca imaginando o que encontra-se atrás do espelho;

Foram canções que me ensinaram; 
poesias que me afetaram;
danças que me guiaram; 
e vidas que conheci; 
que me deixaram aprender o sentido de negar o adeus; 

Eu acredito no fim das coisas; 
no ciclo que se acaba;
no imutável e inesperado; 
porém não acredito que as coisas tem que ser assim e pronto; 

Escuto o sentido da música; 
crio minha própria poesia; 
sigo o ritmo da balada de um aprendiz;
e abraço a vida que tenho. 

As incertezas sempre viram;
porém nunca me deixarei levar; 
por artistas infelizes da vida real;
e deixarei o meu querer dar o fim da minha peça;
assim como entenderei um dia que o adeus significa.

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